quarta-feira, 31 de março de 2010

Volta para a Sexta-feira Santa

Deixo-vos aqui este post para poderem combinar a volta para a próxima Sexta-feira.

Acertem agulhas e definam as coisas à vossa escolha

Sugestão - Carvalhal de Mafra
Divirtam-se

Abraços

terça-feira, 30 de março de 2010

Sugestão do Aldeano





















"Olha o que encontrei para melhorares o teu treininho e matares a fominha" Fim de citação

Obrigado! Agora só falta arranjar uma bateria para levar o grelhador para a entremeada.
Depois disto nunca mais me largam a roda!

domingo, 28 de março de 2010

Rescaldo da volta de 28/03/2010



A volta dos passarinhos!


Na chega à rotunda da Paz encontro o João Rodrigues a caminhar ao lado da bicicleta com a roda traseira literalmente "lixada". O breve diálogo que consegui ter com ele referiu-se à vontade que ele tinhe em conversar amigavelmente com o sujeito que dias antes lhe "arranjou" a roda e que pode ser resumido à fotografia que anexo...


Problema ultrapassado com uma ida e volta à Murgeira para levantar e entregar uma roda sobressalente. Entretanto tinha chegado o Sérgio e pouco depois apareceu o Aldeano. Mais uns minutos e surgiram o Ruka e o Pedrix, sendo para o este último o baptismo nas nossas lides domingueiras. Na final da descida para o Gradil reúne-se-nos o trio Dario, Jonas e o Paulo Pais! Depois de tantas semanas, arredado por iniciativa própria, eis que o massagista da Caneira comparece à convocatória e não deixou de se fazer notado.

Para finalizar, o Rocha que já estava recuperado do pânico de achar que o tinhamos deixado em terra. quando deu conta que era o único no café do Gradil e teve de dar corda aos sapatinhos sem pagar a despesa porque vinha atido à notinha do Pedrix e não queria sobrecarregar a bicicleta com peso excessivo.

Até ao Sobral da Abelheira os cumprimentos e as conversas impediram a formação regular do pelotão assim como mais uma paragem do Ruka que deixou cair o cantil num breve troço de btt que fez as lágrimas correrem pela face do Rocha quando verificou que um pingo de lama se tinha depositado no guiador da sua bicicleta. (teve inclusivé de ser confortado pelo Aldeano).

A súbida do Sobral não teve história e até à Picanceira começaram a fechar-se os espaços.

Depois destes acontecimentos e já muito melhor organizados faço o primeiro turno com andamento regular. Relevante apenas o atropelamento, pela minha pessoa, de dois passarinhos que tiveram o condão de dar azo aos mais diversos comentários .

Na chegada ao topo de São Pedro da Cadeira acelera-se ligeiramente e logo na descida o PP sai de esticão a motivar sorrisos e a desestabilizar o andamento certinho do grupo. Depois deste precalço o Aldeano faz um longo turno conduzindo o pelotão a boa velocidade até à Santa Cruz onde o PP lança mais um raide. Na zona da praia de Santa Rita, finalmente, um topo serenador de conversas, que por ser muito curto não causa demasiados estragos mas que é sucedido por uma descida e logo depois pela maior dificuldade que é a súbida para Ribamar (curiosamente as duas terras homónimas têm súbidas interessantes). Aqui arrancamos todos juntos mas pouco depois começam a registar-se fracturas na estrutura do grupo. Os mais resilientes foram o Aldeano, Dario, João Rodrigues, Sérgio e Jonas, com estes dois últimos a defenderem-se bem nos seus terrenos "genéticos". Os outro optámos por andamentos mais ligeiros sendo de registar uma quebra no Rocha que confessou ter entrado com a pulsação demasiado alta e por isso nunca esteve confortável nesta súbida. Abrandou-se à frente e de novo em aceleração para a Lourinhã, com quase todos a terem hipótese e vontade de passarem pela frente.
Daqui ao Bombarral regista-se a parte mais interessante do treino, na minha opinião, que consiste num falso plano ascendente e em algumas súbidas a serem feitas em pedaleira grande. O primeiro turno é meu e senti-me bastante confortável a rolar com uma ligeira brisa contrária ao nosso sentido de deslocamento. Na aproximação da súbida sou rendido pelo Aldeano e João e peço-lhes que mantenham andamento sem forçar mais. Para mim foi um excelente treino visto que nunca baixei de andamento, a espaços forçando e noutros momentos conseguindo recuperar batidas. Durante este trecho o PP teve mais algumas saídas que nesta fase foram muito bem vindas porque o Aldeano em vez de sair de esticão no seu encalço forçou continuamente a aproximação. Resultado o ritmo foi incrementado mas sem ninguém descolar verdadeiramente.
Naquela localidade onde usualmente se ingere alguma cafeína houve lugar para uma pausa, aproveitada para ingestão de alimentos e hidratação. Eu tomo a primeira granada, que é como os meus parceiros gentilmente baptizaram as latas de bebida energética que levei e decidimos regressar por Torres para não alongar em demasia a volta e para podermos regressar em grupo visto que a estreia do Pedrix estava já a causar-lhe danos.
Na súbida para o Outeiro da Cabeça o ritmo foi suavemente progressivo, com o Rocha a pedir mais andamento (Devia ser para ajudar a tratar da saúde ao amigo Pedrix...).
No topo do Ameal o Dario assumiu entretanto a frente levando-nos a bom porto sem perder muito lastro.
Na passagem por Torres peço ao Aldeano para não forçar para irmos todos juntos na súbida para Catefica. O Prof. Dario estava a entrar em paragem cardíaca pelo que decide forçar na parte final com o Rocha a arrancar no seu encalço. Inicialmente o poupadinho da Venda recuperou uns metros mas á medida que os segundos passavam começou a ter problemas sério em aguentar a passada larga do maratonista do Turcifal. No topo nova paragem para compor o tubo de selim do Ruka que motivou nova série de piadas de bom tom e gosto. No arranque eu e o Rocha atrasamo-nos porque o Rocha fiicou ofuscado com o brilho do quadro da sua Six e não deu conta da partida do comboio.
Reunidos no caroço do Turcifal e quando se esperava o resto de volta sem incidentes nem reparos eis que o PP lança mais uma série. Era tempo de levar a bricadeira até ao fim! O Aldeano dá o toque de reunião e lança a perseguição. Até Barras sempe a forçar com o veterano a fazer a maioria das despesas e a passar o PP e ainda o oferecer-lhe a roda. Bom ritmo com alguns a ficarem tresmalhados pelo caminho e com outros a passarem por dificuldades. No final quando cessam as hostilidades mais uma vez o artista da Caneira torna a sair com o Dario a aplicar-se para o fazer largar já com o cruzamento do Gradil à vista. Enquanto fazíamos a reunião do pessoal as opiniões eram unânimes. - "Bom treino!" com o PP a ser o mais entusiasta da qualidade da volta.
Em descompressão começamos a subir o Gradil apenas com a ausência do PP que regressou a casa. A registar, com toda a justiça, a vontade do Rocha em querer "sprintar" na chegada à Murgeira e a ficar pregado quando incrementámos o passo em 2 km/h! Mais hilariante apenas a imagem do homem agarrado ao sinal com as cãibras a ameaçarem-no e a chegada do Sérginho "preso por arames". O Dario inverteu a marcha, o Jonas Sérgio e João Rodrigues viraram à direita e o resto seguiu para Mafra.
Nas despedidas finais, na rotunda da Paz, o Rocha informa que quer ir a pedalar até à Venda (bem visto o seu estado só foi a estragar...) e despede-se. 500 metros depois eu e o Aldeano temos de travar para não o obrigarmos a despedir-se outra vez!
Fica o Aldeano e vou com o duo Pedrix e Ruka (que prometeram voltar no próximo fim-de-semana) a mostrarem satisfação pela voltinha. O Pedrix chegou maltratado mas teve uma boa estreia com o Ruka a claudicar na parte final.
Da minha parte só tenho a dizer que continua a ser um privilégio ter-vos como companheiros de treino!
Bem hajam.
Distância final - 125 km (cerca de 120 em grupo) para média de 30 km/h com 1621 m de acumulado
Mapa powered by Diesel V8 - Aldeano in Gpsies.com

quinta-feira, 25 de março de 2010

Volta para 28/03/2010



Total - 138 km
Acumulado - 2321 m

PS - Confirmem presenças/ausências
Hora de saída - 08h45 m no Gradil

quarta-feira, 24 de março de 2010

As imagens da clássica











































segunda-feira, 22 de março de 2010

Rescaldo da Clássica Loures - Évora 2010


O domingo começou ainda mais cedo do que o habitual. Com a indumentária preparada na véspera tudo correu conforme planeado para poder estar a tempo e horas da partida em Loures.
Na chegada ao local de concentração, muito bem escolhido, para tantas gentes que compareceram à partida, dou com o Jonas já em exercícios de aquecimento. Mais ao lado o PP distribuia simpatia e cumprimentos enquanto o Xico passava pomada de aquecimento nas pernas. O Rocha estava ainda entregue às mudas de fraldas da filha pelo que tardou mais algum tempo a chegar.
Desta vez tive tempo para montar a bicicleta nas calmas, verificar as últimas afinações, ir trocando cumprimentos com o pessoal conhecido e mexer um pouco as pernas.
Desde logo constatei que o pelotão iria engrossar significativamente e à medida que o tempo decorria o número de unidades era ainda incrementado por grupos que foram chegando. Segundo algumas fontes só de participantes Audax compareceram 101 unidades pelo que se acrescentarmos os que se inscreveram para regressar no autocarro, os Ciclomix e muitos outros que regressaram pelos próprios veículos facilmente se constata que as duas centenas de participantes não eram uma miragem... Inclusivé o número de automóveis a acompanharem o desenrolar do evento, com muitas famílias a tirarem inúmeras fotografias, deixava facilmente transparecer que havia algo de substancialmente diferente das outras voltas domingueiras.
A maturidade destas voltas acontece quando verificamos que cada vez menos pormenores ficam ao acaso e exemplo disso foi a partida à hora marcada devidamente assinalada e ainda anunciada com cinco minutos de antecedência. Os nossos estávamos todos próximos mas na azáfama da descolagem acabei por sair com o Xico ligeiramente atrasado. Com cerca de uma centena de unidades na nossa frente desde logo anuimos na necessidade de melhor nos colocarmos visto que mais parecia que estávamos numa maratona de BTT em que os mais apressados se colocam à frente para imporem ritmo vivo e quem se deixa atrasar fica votado ao castigo de tentar recolar.
Não foi bem o caso mas pelo que li e pelas impressões que troquei no final da volta algumas unidades menos habituadas a estas lides começaram logo "sufocadas" pelo ritmo que desde muito cedo foi controlado pelos Ciclomix. Estes vinham com intenções de discutirem a volta e afirmaram-no sem preconceitos. (Curiosamente quando passei pelo Ricardo falámos sobre a atitude destes e este confidenciou-me qual achava que era a aposta deles - Eu discordei mas apenas com um abanar de cabeça)
Até Vila Franca em cadência certa tive oportunidade de verificar o posicionamento dos nossos. O Rocha alertou-nos para a necessidade de um bom colocamento na entrada do empedrado e a minha atitude foi a de me colocar logo na frente. Aqui verifico que os mais interessados num bom desempenho se marcavam de modo a ninguém ser surpreso por quedas ou quebras motivadas por outra qualquer ocorrência.
Na passagem pela ponte acelerou-se o ritmo! No ponto de maior pendente passou-se acima dos 36 km/h e na descida acelerou-se para não se baixar dos 40 km/h durante a longa recta. Aqui é obrigatório destacar o trabalho do Capela que carregou durante muitos minutos o pelotão agora esticado. Algumas mexidas na frente com os Ciclomix a ensaiarem movimentações que lançaram alguma confusão e a resposta dos Pinas que desta vez parecia que vinham com a lição melhor estudada. Destes destaca-se a presença do Salvador, Evaristo, Capitão e um outro elemento do qual não conheço o nome mas que gostei de ver pedalar. Nisto telefona-me o Xico a dizer que estava em Vila Franca!!!! - Tinha-lhe caído a bolsa das chaves. Informo-o de que era impossível parar o comboio que ia já em ritmo de cruzeiro fixo e grito-lhe para se tentar meter na "roda" de algum carro de apoio e para vir ao nosso encontro... só não lhe disse que basicamente estava literalmente "lixado" visto que mesmo que se colasse todo o esforço dispendido teria obrigatoriamente de ser pago mais à frente.
Os quilómetros iam passando sempre a bom ritmo com média próxima dos 37 km/h e sempre com o mesmo grupeto da frente a pagar as despesas. Se inicialmente os Ciclomix tomaram as rédeas do enorme pelotão agora era a vez dos Carboom pagarem a maioria das despesas sem preconceitos nem pudores em gastarem energias. A bem da verdade o ritmo era bom mas a volta estava algo monótona na medida em ninguém contestou a liderança nem ninguém fez mudanças de velocidade dignas de registo.
Nesta fase rendi apenas uma vez o Capela para acelerar um pouco mais as coisas. Alguns minutos que deram para subir o pulso para os 175bpm e para verificar as impressões do organismo. Assim que abro para dar lugar a outro o PP passa-me uma reprimenda, com razão, visto que isto saía fora do acordado na véspera.
Curiosamente o puto André vem ter comigo a pedir-me para pararmos para verter águas. Estava com má cara o rapaz. Não é que não houvesse vontade mas fazer meio fundo para apanhar um comboio que se desloca a 40 km/h... Mais algumas trocas de palavras entre os homens da frente e decide-se para em bloco. Infelizmente não só não pararam todos como ainda deixaram em último o homem que até aí tinha feito a maioria das despesas da volta! O único aspecto positivo foi que na meia dúzia que ficámos juntos se inseriu o Xico. Dos que conheço estavam o Pedro da Carboom, o Capela, o Freitas, eu e mais dois elementos. Faço sinal ao homem do Carvalhal para se meter na minha roda e atrás do pelotão que estava a uns 400 metros. Entre todos e com o Freitas a gritar serenidade lá nos inserimos nas posições que traziamos anteriormente.
Na rotunda de Pegões vira-se à esquerda e o vento aparece a castigar quem vai à frente. Aqui é imperativo destacar o excelente trabalho de um homem dos Duros do Pedal que esteve fabuloso por muito tempo na frente e que quando foi rendido mostrava o semblante carregado pelo esforço. Logo ali lhe prestei homenagem e congratulei pelo fantástico trabalho e aproveitei para fazer mais um ligeiro turno. O Jonas também passou um breve trecho pela frente, nesta fase.
A título de curiosidade tenho de destacar um fenómeno que baptizei por "electromagnetismo ciclista" e que consiste no seguinte: A esmagadora maioria dos ciclista que lateralmente acelera e começa a ultrapassar outros elementos à medida que se aproxima da frente sofre o efeito de uma força "magnética" que os impede de passar os quatro primeiros lugares da frente. É recorrente e chega a ser irritante! Custa alguma coisa passar pela frente e encostar à direita? Deve custar. Causa no entanto embaraços a quem tem de abrir para os deixar entrar na roda do elemento precedente.
Na aproximação às Vendas Novas não facilito e nunca deixei de estar na frente. Aliás pelo posicionamento pequei sempre por excesso preferindo levar com o vento do que com os esticões do meio do pelotão. Na entrada entregam-me o comando das operações e meto passo constante de modo a minimizar o efeito das rotundas. Na saída mais um ataque de um elemento. Não consigo perceber porque é que não se deixa sair um homem isolado e não se responde com aceleração constante e progressiva... Não! Sai tudo em pânico ao esticão como se a meta estivessse a 100 metros. Suponho que os efeitos no seio do pelotão sejam devastadores visto que a onda demora mais tempo a chegar e causa normalmente mais danos.
Na aproximação a Montemor o andamento começou ser mais cauteloso, sem ninguém a querer definir ritmos. Mais uma vez meto-me nas primeiras posições para ter forma de responder com mais calma a eventuais ataques. Como não conheço o percurso dou por mim na frente a fazer a súbida imediatamente antes de Montemor a 27,5 km/h com o ritmo estabilizado nas 177 bpm. Para mal dos meus pecados a súbida de Montemor era a seguinte... Bom a mesma estratégia teria de servir. Na primeira metade ninguém me rendeu, até que ataca o PP! Estava na hora de pôr toda a "carne" no assador e a maioria começa logo a ficar pelo caminho. Na parte final perco cerca de 150 metros para a frente com o Rocha e o Jonas um pouco mais atrás. Assim que atinjo o topo meto o Hugo de Aruil (Ciclomix) na minha roda acelero até aos 56km/h e disparamos em direcção á frente. Infelizmente estes não deram continuidade ao trabalho que rompeu o pelotão e permitiram que muita gente se colasse num ritmo mais calmo. Foi o caso do Rocha e do Jonas que pouparam recursos. Na dificuldade seguinte passo melhor mas apercebo-me de que as forças estavam a decrescer muito rapidamente. No terceiro topo descolo novamente e sou obrigado a novo sprint para recolar. O PP chama-me e diz-me que era a minha hora de atacar, o Rocha oferece-me a roda para me lançar na fuga mas sou obrigado a declinar e sofro muitíssimo para não descolar na dificuldade seguinte, com o homem da Venda aos berros a puxar por mim.
Nesta fase passei a desenvolver um movimento pendular - Nos "topos" passava para a rectaguarda e nas descidas recuperava posição na frente. Estive cerca de 30 minutos com média cardíaca acima das 175 bpm e pelo meio das dificuldades ia conseguindo meter o meu passo e fazia acelerações na frente do pelotão. Isto sucedia pricipalmente pela manifesta falta de iniciativa e porque a meta já estava logo ali à frente.
Nos topos o Ricardo ora definia andamento ora respondia aos ataques constantes dos Ciclomix. Os nossos agarravam-se com unhas e dentes! Num dos ataques o André ganha uma boa vantagem e o meu derradeiro esforço foi feito na perseguição a este. Depois disto sempre em quebra até que acabei por descair no último quilómetro.
No sprint final saiu mais uma vez o André que ganhou com todo o mérito visto que atacou, lutou, deu o peito ao vento na parte final e num esforço e estratégia de equipa, que quanto a mim foi a mais racional do pelotão, limpou! Repito as felicitações que lhe enderecei.
Em segundo o Freitas a culminar um bom trabalho do Ricardo e no último lugar do pódium o PP, a nossa "Velha Raposa" (GRANDE!). No top ten o Jonas e logo depois o Rocha (Parabéns malta!)
Como balanço interessa referir o seguinte: Estivemos bem e contribuimos positivamente para uma bela manhã de ciclismo. A nossa imagem de marca é o sentido de humor e a simpatia, com vários elementos a falarem-me do nosso blogue e do quanto se divertiam com as nossas aventuras.
O aspecto menos positivo é o dos nervos miudinhos e da azia que algumas pessoas trazem para estes eventos. O maior prémio é o de participar com boa disposição.
Fiquei ainda gradavelmente surpreso com vários elementos já entradotes na idade que me diziam que era um prazer poderem rolar com a malta mais jovem naquelas velocidades - O tempo passa mas o espirito continua jovem!
Para finalizar uma referência à boa disposição durante o almoço e na viagem de autocarro. Àqueles que estiveram mais próximos, nomeadamente o Sr. Abel, o João do Brinco e o pai do Zé-Tó, digo que foi um prazer partilhar as vossas histórias.
Até para o ano!

domingo, 21 de março de 2010

Clássica Loures -Évora


Este post tem como objectivo mostrar o meu enorme agrado pela moldura humana que hoje saiu de Loures em direcção a Évora. Duas centenas de ciclistas? Não sei ao certo nem interessa. O que tem relevância é que de uma ideia que há alguns anos surgiu do grupo Pinabike resultou uma "Clássica" que penso que definitivamente ganhou dimensão nacional.
O empenho da Federação, num projecto que tantas vezes reclamámos como necessário no seio do ciclismo amador, conseguiu dar outra expressão e trazer muita gente, que gosta deste desporto, em moldes que se assemelham aquilo que se faz lá fora. Sem limitação ao ritmo imposto mostrando que o espirito de superação deve imperar ao competitivo.
Foi perfeito? Não! - Ainda há muito por fazer. Mas foi sem dúvida uma agradável surpresa desde logo pelo identificar dos "Audax" com certificação dos que cumpriram o objectivo de chegar dentro do tempo limite.
Em determinada altura, durante o decorrer do "passeio" conferenciei com o Ricardo (Mentor do Blogue "Conversas de Ciclista" e uma das referências no seio do grupo Pinabike)
- Esta volta atingiu a maturidade e deixou de ser vossa! Parabéns pelo vosso trabalho e deixem-na crescer.
Assim seja!