quinta-feira, 29 de abril de 2010

Volta para 02/05/2010

Em resposta ao convite feito pelo Ricardo, aceite por uma grande parte do grupo, a volta a efectuar no próximo domingo tem a designação de "trepadores".
O percurso adivinha-se pouco rolador e no final das súbidas haverá reagrupamento.

O percurso oficial é este:

O nosso local de reunião será nas Trouxas da Malveira.

Relativamente aos horários coloco mais informação posteriormente.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Rescaldo da volta de 25/04/2010

Pelo prazer que resulta da liberdade de pedalar!

Esta etapa começou com o meu ligeiro atraso na chegada à rotunda da Paz onde era aguardado pelo duo Pedrix e Sérgio. No Gradil encontramos em primeiro o Dario e o Rocha e pouco depois o Xico.
Sem pausa para café seguimos rumo à Malveira e ao encontro do amigo e compadre do Dario, Tiago Silva. Depois de uma troca de impressões convenço o Professor a convidar o amigo a fazer a volta connosco, de modo a andarmos todos juntos.
Animado com a perspectiva o Dario meteu andamento acelerado e algo puxado que não permitiu o correcto aquecimento muscular.
Até Ponte de Lousa não se verificaram incidências sendo apenas de assinalar as conversas entre uns e outros e a animada cavaqueira entre os compadres.
Assim que se aponta para a súbida do Bocal o Dario informa a presença de um furo e obriga a uma paragem. Durante esta, que foi longa refira-se, deu para observar e recolher informação suficiente para escrever um tratado sobre reparações de furos e sobre o infortúnio do nosso Prof. Karamba que foi obrigado a telefonar ao carro vassoura para o vir recolher, verificada a impossibilidade de tapar a fuga de ar quer com espuma quer com líquido. Anda com azar o homam do Turcifal!

Fiquei ainda elucidado sobre a enorme vantagem, mais que não seja económica, em usar pneus com câmaras de ar por oposição aos mais leves "boyaux".

Para o Dario pior do que não continuar, que já era mau o suficiente, foi a impossibilidade de acompanhar o compadre...
Rei morto rei posto! - Com guia de marcha assinada demos continuidade à volta. Durante a súbida meto andamento com o Xico e na passagem pelas Covas de Ferro tivemos oscilações de andamento para permitir a reentrada do Pedrix que sofreu muito nesta parte. Até Dona Maria deu para respirar melhor e acelerou-se um pouco até ao Sabugo tendo a descida sido efectuada com cuidado para evitar possíveis quedas.
Até Lourel seguimos em ritmo de cruzeiro e na abordagem à súbida para Sintra surge o grupo compacto. O andamento nunca foi de castigo e aproveitou-se no final para hidratar face às necessidades do Pedrix que já tinha esgotado dois cantis. Entretanto o Xico informa-nos que a estrada da Lagoa Azul para a Peninha está muito estragada pelo trânsito pesado pelo que optámos pela alteração do percurso. Assim subimos em direcção ao palácio de Monserrate e depois fizemos a descida para retornarmos novamente a Sintra pela estrada dos carris.
Na primeira súbida dou o mote e meto carga. O Xico e o Tiago fecham com o Rocha a seguir. Um pouco mais atrás o Pedrix e para minha enorme surpresa o Sérgio estava em dia não. Desolado deixou-se abater nesta fase e no regresso a Sintra abriu também muito cedo.
Neste, incremento ligeiramente o andamento e a espaços o Tiago vai-me rendendo fazendo pequenas acelerações contínuas. Numa delas chegamos a subir (na parte mais suave) a 41 km/h. O andamento estava muito bom e até ao último troço, que é o mais complicado, o Pedrix tinha descarrilado entretanto e o Rocha na curva mais fechada à esquerda cedeu também ao esforço.
Sai o Tiago com facilidade e o Xico vai no seu encalço. Eu só com muito esforço consigo recolar e em nova aceleração do compadre do Dario fico com o Xico, apenas conseguindo ir na roda deste, observando a leveza com que o atleta subia e se distanciava... Até ao final ainda tentei dar uma ajuda ao Xico mas iamos os dois demasiado justos para podermos colaborar com eficiência.
Tropas novamente reúnidas e na Terrugem despedimo-nos do duo Xico e Tiago (obrigado pela tua presença! - Dario, tal como referiste o homem carrega bem nos pedais...).
Até à Carvoeira aproveitei para me alimentar e hidratar assistindo ao disparar em todos os "topos" do Rocha que assim queimou as últimas reservas que certamente seriam bem guardadas para o prato final - A súbida da Sr.ª do Ó.
Nesta ascensão o Rocha entrou logo em ritmo de passeio. O Sérgio, ferido no orgulho, meteu andamento de poucos amigos e ficou na condição de líder isolado comigo no seu encalço enquanto o Pedrix foi gerindo o esforço sempre em carga. Na parte mais ingreme fui perdendo bastantes metros mas assim que o terreno ficou mais "amigo" meto passo de intercepção e consigo passar o homem da Murgeira no campo de futebol dos Gonçalvinhos.
À entrada de Mafra reagrupamos e fomos acompanhar o Rocha até à Carapinheira em ritmo de limpeza.
Total 110 km

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Volta para 25/04/2010

A liberdade de começar a subir!

A volta compreende uma ida a Sintra, com súbida pela Lagoa Azul e após a conclusão desta atravessa-se toda a Serra de Sintra num percurso fabuloso (piso mediano) que vai dar perto da Peninha.
O regresso faz-se pela estrada da Ericeira e acaba-se a subir a Sr.ª do Ó.



Distância - 106 Km
Acumulado - 2020 m

quarta-feira, 21 de abril de 2010

"La grandissima"

"La grandíssima"

Uma ideia, um projeto concebido por mim e pelo Xico.

Nascida da vontade de perpetuar o contínuo movimento do pedaleiro, da necessidade de repetir uma acção infinitas vezes até a tornar perfeita...

Pelo prazer de concluir uma longa tirada, pela necessidade de superação dos nossos receios e pela convicção de que conseguimos fazer aquilo que nos propomos. Assim surge a clássica Gradil-Fátima-Gradil

O mapa é o seguinte:



Distância - 262 km
Acumulado - 3200m
Partida dia 3 de Junho de 2010

Estão todos convidados. Quem alinha?

domingo, 18 de abril de 2010

Rescaldo da volta de 18/04/2010

A volta dos encharcados!
Na rotunda da Paz declarei guerra ao Pedrix e Ruka que me deixaram lá ficar a andar às voltas até ficar zonzo porque afinal parecia que ia cair alguma chuva e os meninos ficaram de choco!

Até à Murgeira apanho o Sérgio (Rapaz há tanto tempo que não te punha a vista em cima!) e os dois rumámos ao Gradil onde apareceu o duo Dario e o Xico, sendo que o rapaz do Carvalhal, segundo as más linguas, foi na expectativa de não apanhar água.

Depois do café para aquecer os ânimos, recusado pelo Dario porque lhe causa alergia quando misturado com quedas de água, quando nos preparávamos para nos fazermos ao percurso constatamos a presença de um BTTista que fazia lembrar alguém que não tinha ido à cama, de cigarro nos beiços, e possivelmente com álcool no sangue suficiente para lançar um balão de ar quente...
Entretanto todos os presentes apostam que o PP fica na cama e finalmente damos início oficial à volta marcada na hora certa (a bem dizer uns dois minutos depois).
No cruzamento do Gradil com a nacional Torres-Malveira surge o Ricardo! Espantou-me pelo madrugar visto que tinha saído de Alverca. Presença muito saudada, com um bem-vindo unânime às nossas lides domésticas. Com alguns quilómetros já acumulados no "pecúlio" pessoal, vinha com ar seco perante um céu com ar ameaçador que a qualquer momento poderia abrir as hostilidades.




Nisto, e ainda enquanto se trocavam os cumprimentos e comentários iniciais, os tímidos pingos que até aí se tinham fazido sentir começaram a desabrochar e mais animados descambaram numa chuvada.
Esta,
sempre em crescendo de intensidade levou a que todos vestissem o impermeável (menos eu que só o uso para me proteger do frio intenso em descidas ou em dias de inverno... e o Dario que nem usa)
Como alguém referiu só faltou levar o shampoo para o banho ser completo.
O pior são os músculos que são sujeitos a diferenças térmicas significativas e deste modo não atingem ou têm dificuldade em manterem temperaturas ideais à prática desportiva.
Em Pêro Negro em vez do ausente Rocha surge o André! (Surpresa absoluta e mais uma estreia também bastante saudada)


Chovia muito e por isso metemos andamento ligeiro e simultaneamente solto de modo a não baixarmos a temperatura corporal. Nesta fase contemplei um soturno Sérgio que pela cara sofria as agruras do tempo mas que estoicamente permaneceu calado, abanando apenas de tempos a tempos a cabeça...
Nestes quilómetros iniciais feitos com o alinhamento final, a única incidência ciclistica digna de registo foi a estrada cortada, tal como tinha sido avisado, que me deixou perplexo visto que ao fim de alguns meses já andam com obras e nem sequer estamos em ano de eleições... (A bem dizer se não param com as piadinhas com o adjectivo manso ainda poderemos vir a necessitar de um Primeiro Ministro e deputado novos - e eventualmente aí sim estaremos novamente em periodo eleitoral!)


Meia volta e deflectimos o percurso pela Folgarosa (tal como indicado no mapa...)
Durante a súbida apareceu o Xico com vontade de mostrar serviço e aquecer os ânimos num percurso que mais parecia caminho para roda grossa. Até Carmões a constatação de pequenas e estranhas diferenças. O frio do Sérgio apenas foi aligeirado na súbida e o atípico rendimento do duo André e Dario, com este último com ar de sofrimento atroz. O mais composto era o Ricardo que como vinha para uma volta longa parecia não se importar com nada do que São Pedro nos oferecia.


O ritmo era instável e assim que se começa a descer agudizaram-se os problemas. O Xico começou a manifestar sinais de frio, o Dario só melhorou quando lhe emprestei o impermeàvel e o André passou por dificuldades que o motivaram a sugerir inversão do sentido de marcha. Obrigámo-lo a continuar e oferecemo-nos para o acompanhar até à Malveira.


Na Merceana decidimos virar em direcção a Torres para manter a coesão do grupo. Aqui por sugestão sensata do Ricardo decidimos seguir o percurso que melhor servia aos mais afectados pelo dia de intempérie. Resolvida a questão do percurso senti a necessidade de acelerar as coisas porque também eu estava a começar a ficar "fresquinho". Até Torres melhorámos todos de condição porque o tempo finalmente ofereceu tréguas e o Xico presenteou-nos com um espectáculo de mímica quando maltratou um automobilista que ia demasido stressado e que lhe queria dar um empurrão. (Um dia destes acabamos todos à porrada quando em vez do chefe de família vesgo sair uma equipa de râguebi matulona e de olhos miopes. Ups!)


Na súbida de Catefica as agruras do Dario motivaram-lhe o retiro prematuro que ocorreu à passagem pelo Turcifal.
Até à súbida de Vila Franca do Rosário uma aceleração para retemperar os "ossos". No início com ritmo vivo e o André a sofrer para entrar na súbida. Absolutamente atípico verificar que o seu terreno de eleição por uma vez não o parecia favorecer. Dentro da localidade que dá o nome à súbida destaco-me ligeiramente com o Sérgio a arrancar alguns metros de vantagem na frente. O André descola, sem eu me aperceber, e o Xico e Ricardo optam por ajudá-lo. Quando abrandamos para seguirmos em grupo eis que o André renasce das cinzas e arranca a todo o gás passando-nos sem dó nem piedade!
Este esticão quebrou-lhe as forças que vinham à mingua e obrigaram-no a uma ainda maior desacelereção na dificuldade maior que resulta na chegada ao Vale da Guarda.
Até à rotunda da Malveira partilhei pela primeira vez (julgo eu) a súbida com o Ricardo. O Xico inverteu o sentido de marcha e regressou a casa (pareceu-me que está a entrar em crescendo de forma). O Sérgio sugeriu o regresso a Mafra pelo lado oposto e dentro da Malveira despedimo-nos dos dois ilustres visitantes (obrigado rapazes!)
No regresso a Mafra enfio o Sérgio pela Abrunheira e na súbida do Matadouro o trepador mostra-me que súbidas com mais de 15% de inclinação não são para quem quer, são para quem pode.
No final estimo ter feito cerca de 105 km que valeram mais pela companhia e pelo espirito de sacrifício do que propriamente
pelo aspecto desportivo. Ainda assim não me arrependo de ter saido de casa!

Na próxima semana, se o tempo o permitir, vamos a Sintra

Com seguro há mais ciclismo!


Durante a volta de hoje o Xico reiterou a necessidade de o pessoal andar seguro.
Quer isto dizer que para álem do indispensável capacete, cuja falta pode significar enormes lesões ou até a própria morte, há a "obrigatoriedade" de ter um seguro de acidentes pessoais ligado à prática ciclística amadora que evita enormes transtornos que podem ser causados mesmo por uma pequena queda e pela colisão com outros veículos e cobertura de despesas hospitalares, etc.
Assim e como o Xico se disponibilizou para arranjar os papéis para inscrição no seguro da Federação Portuguesa de Ciclismo solicita-se a todos os interessados que informem (aqui no blogue por exemplo) caso pretendam que vos seja facultado um impresso.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Volta para 18/04/2010

Chega de festinhas. Vamos a assuntos mais sérios!
A 1ª volta do grupo com acumulado acima dos 2000 metros. O percurso compreende uma volta à Serra de Montejunto pela base desta, ou seja sem subir lá acima.

Uma delícia!


Distância - 139 km desde Mafra (115 km começando e acabando no Gradil)
Acumulado - 2290 m

Hora de saída do Gradil - 08h30m
Espero a participação de todo o grupo para esta etapa bem durinha.
Nota: O Aldeano vai fazer o GP de Grândola. Vai com força companheiro.
O nosso respeito pela coragem de te colocares à prova mesmo debilitado!