Saída do Gradil às 09h30.
Aceitam-se sugestões para o percurso
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Rescaldo da volta de 24/10/10 by Dario
Apresento o rescaldo feito pelo nosso camarada Dario.
Às 9h02 arrancámos 24 ciclistas do Livramento em direcção a Óbidos.
Conforme previamente combinado e após um ligeiro briefing do nosso
companheiro Paulo Pais, o ritmo imposto foi bastante suave e deu para
pôr as várias conversas em dia, aqui e ali, com várias trocas no
pelotão pois havia muita gente com quem conversar.Quando saímos de
Torres juntou-se a nós um grupo numeroso, o que engrossou
consideravelmente o pelotão. À saída do Ramalhal, o meu companheiro
Tiago Silva teve um furo. Fiquei com ele a tentar resolver a situação,
mas o boieux foi implacável, não quis continuar. O resto do grupo
seguiu para Óbidos e ficou combinado que os apanharia no regresso,
portanto não sei o que se passou até lá, mas constou-me que houve
alguns esticões. Foi perto de A-da-Gorda que me cruzei com o grupo.
Meia volta e lá vamos nós. O André aproveitando a minha presença
tentou uma fuga mas eu não quis colaborar, pelo que ele desistiu. As
hostilidades só começaram verdadeiramente à saída do Bombarral, como é
costume. Os homens da Carboon deram o mote. O Paulo Lopes e o Marco
Silva impuseram um ritmo fortíssimo o que desfez o pelotão, e no alto
do Outeiro eram 7 os resistentes a saber: Paulo Lopes, Marco Silva,
Ricardo, André, o amigo do André, o companheiro da Motoreis e eu. A
partir daqui as despesas da fuga ficaram à conta fundamentalmente de 3
ciclistas, os dois homens da Carboon e eu. O André ajudava a espaços.
O Ricardo ía-se aguentando estoicamente na roda, e os outros dois
praticamente não passaram pela frente, com excepção de algumas
tentativas de fuga mal sucedidas. A mim calhou-me a fava mais pesada,
passei na frente em quase todos os topos: subida do Ameal (nunca
baixei dos 30 Km/h), topo da variante (miúdo à frente, sem baixar dos
25 Km/h), topo do Barro (eu à frente também a 25 Km/h), subida de
Catefica ( o homem da Motoreis arriscou uma fuga, e eu na perseguição
mantive o grupo nos 26 Km/h). Na subida do Turcifal a fuga foi anulada
( Paulo Lopes a 27 Km/h). Na descida seguinte o miúdo tenta uma fuga,
a qual eu anulei passados 500 m. Até ao fim o André ainda tentou fugir
mais uma vez, mas não deixámos. Na última subida já no Livramento, o
sprint final acabou por coroar o André como o mais forte, e foi a
seguinte a ordem de chegada com intervalos de mais ou menos 10 s entre
cada um: André; Paulo Lopes; Motoreis; Dario; Marco Silva/Amigo do
André (não sei o nome do miúdo). Assim que estava a terminar ía
sofrendo um brutal acidente pois um carro saíu repentinamente de um
estacionamento sem me ver. Valeu um berro para ele travar a tempo e eu
fazer uma gincana. 4 minutos depois surge o Ricardo em solitário e
mais 2 minutos aparece o Jonas. Os outros foram chegando aos poucos já
com mais de 9 minutos de atraso e por aí fora.
Muitos parabéns a todos por mais um excelente dia de convívio e que
para o ano esta volta conte com apoios pois tem tudo para ser bem
sucedida.
Às 9h02 arrancámos 24 ciclistas do Livramento em direcção a Óbidos.
Conforme previamente combinado e após um ligeiro briefing do nosso
companheiro Paulo Pais, o ritmo imposto foi bastante suave e deu para
pôr as várias conversas em dia, aqui e ali, com várias trocas no
pelotão pois havia muita gente com quem conversar.Quando saímos de
Torres juntou-se a nós um grupo numeroso, o que engrossou
consideravelmente o pelotão. À saída do Ramalhal, o meu companheiro
Tiago Silva teve um furo. Fiquei com ele a tentar resolver a situação,
mas o boieux foi implacável, não quis continuar. O resto do grupo
seguiu para Óbidos e ficou combinado que os apanharia no regresso,
portanto não sei o que se passou até lá, mas constou-me que houve
alguns esticões. Foi perto de A-da-Gorda que me cruzei com o grupo.
Meia volta e lá vamos nós. O André aproveitando a minha presença
tentou uma fuga mas eu não quis colaborar, pelo que ele desistiu. As
hostilidades só começaram verdadeiramente à saída do Bombarral, como é
costume. Os homens da Carboon deram o mote. O Paulo Lopes e o Marco
Silva impuseram um ritmo fortíssimo o que desfez o pelotão, e no alto
do Outeiro eram 7 os resistentes a saber: Paulo Lopes, Marco Silva,
Ricardo, André, o amigo do André, o companheiro da Motoreis e eu. A
partir daqui as despesas da fuga ficaram à conta fundamentalmente de 3
ciclistas, os dois homens da Carboon e eu. O André ajudava a espaços.
O Ricardo ía-se aguentando estoicamente na roda, e os outros dois
praticamente não passaram pela frente, com excepção de algumas
tentativas de fuga mal sucedidas. A mim calhou-me a fava mais pesada,
passei na frente em quase todos os topos: subida do Ameal (nunca
baixei dos 30 Km/h), topo da variante (miúdo à frente, sem baixar dos
25 Km/h), topo do Barro (eu à frente também a 25 Km/h), subida de
Catefica ( o homem da Motoreis arriscou uma fuga, e eu na perseguição
mantive o grupo nos 26 Km/h). Na subida do Turcifal a fuga foi anulada
( Paulo Lopes a 27 Km/h). Na descida seguinte o miúdo tenta uma fuga,
a qual eu anulei passados 500 m. Até ao fim o André ainda tentou fugir
mais uma vez, mas não deixámos. Na última subida já no Livramento, o
sprint final acabou por coroar o André como o mais forte, e foi a
seguinte a ordem de chegada com intervalos de mais ou menos 10 s entre
cada um: André; Paulo Lopes; Motoreis; Dario; Marco Silva/Amigo do
André (não sei o nome do miúdo). Assim que estava a terminar ía
sofrendo um brutal acidente pois um carro saíu repentinamente de um
estacionamento sem me ver. Valeu um berro para ele travar a tempo e eu
fazer uma gincana. 4 minutos depois surge o Ricardo em solitário e
mais 2 minutos aparece o Jonas. Os outros foram chegando aos poucos já
com mais de 9 minutos de atraso e por aí fora.
Muitos parabéns a todos por mais um excelente dia de convívio e que
para o ano esta volta conte com apoios pois tem tudo para ser bem
sucedida.
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Homenagem ao P.P.
De se lhe tirar o chapéu!Antes de publicar qualquer rescaldo do fim-de-semana passado, quero aqui deixar o meu reconhecimento ao PP.
Juntar à partida 24 ciclistas que depois engrossaram até às 40 unidades nesta altura do campeonato não é para todos...
Muito bem!
quinta-feira, 21 de outubro de 2010
Livramento - Óbidos - Livramento
No próximo fim-de-semana, 24/10/2010 realiza-se a etapa que habitualmente o nosso camarada Paulo Pais dinamiza no fim da época.
Assim, vem aí o Livramento - Óbidos - Livramento versão 2010.
Chega com muitos atletas em manifesta desaceleração mas o objectivo é que os participantes se divirtam e convivam de uma forma mais relaxada.
O passeio é aberto a todos os que entenderem participar e feito sem policiamento e em autonomia pelo que o integral respeito pelas regras de trânsito e de civismo é obrigatório
Horário:
A concentração inicia-se às 08h30
Hora de saída: 09h00
Local: Livramento
Assim, vem aí o Livramento - Óbidos - Livramento versão 2010.
Chega com muitos atletas em manifesta desaceleração mas o objectivo é que os participantes se divirtam e convivam de uma forma mais relaxada.
O passeio é aberto a todos os que entenderem participar e feito sem policiamento e em autonomia pelo que o integral respeito pelas regras de trânsito e de civismo é obrigatório
Horário:
A concentração inicia-se às 08h30
Hora de saída: 09h00
Local: Livramento
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
Volta para 17/10/2010
Apesar de eu não comparecer a volta sairá, como habitualmente pelo horário de defeso, às 09h00 do Gradil com percurso a ser definido pelos presentes.
Boas pedaladas
Boas pedaladas
terça-feira, 12 de outubro de 2010
Rescaldo da volta de 10/10/2010
Apareçam todos de triciclo, de btt com rodas de estrada ou ainda de patins!Começou o defeso e agora dá para tudo... A maior dificuldade foi partir visto que tarde e a más horas foram chegando os elementos que compuseram este pelotão.
A única coisa que esteve acutilante foi a má língua e a constante picardia verbal com o Rocha e o Aldeano a tomarem as rédeas e a dificultarem a vida a quem tentava ir na roda com eles.
Destacou-se a presença do Pedro, que já tinha partilhado estrada com o Rocha e Sérgio, e que aguardou esta fase para poder iniciar as nossas lides. Presença discreta, tentando situar-se no pelotão e adaptando ritmos a uma nova realidade. Bem-vindo!
De resto comparecemos ainda eu e o Sérgio, o Marco Silva, o Rocha (de Btt para poupar a Cannondale), o Dario, o Aldeano, o Jonas e o Xico.
Enquanto esperávamos o Jonas passa o grupo do Gamito bem aviado de andamentos e convidam-nos a ir até Sintra. Negativa dominante que isto agora estamos reformados.
Quem ainda pensou duas vezes foi o Dario que contrariamente a todos os outros está a tentar apurar forma para ir em Dezembro (Isso é que é coragem!) fazer o Tróia-Sagres. Aliás o Prof. do Turcifal remou a volta toda contra a nossa maré tentando dar algum fulgor ao andamento não sendo correspondido se exceptuarmos uma ou outra situação em que o Rocha lhe foi dar um "jeitinho".
O percurso compreendeu passagem por Torres Vedras, onde o Jonas nos abandonou por compromissos familiares, em direcção à Lourinhã, depois virou-se à direita para o Ameal e seguimos para o Sarge para regressar novamente a Torres Vedras.
Na ligação ao Ameal fui ameaçado verbalmente pelo Aldeano que caso chovesse teria de o ouvir por muito tempo e que ainda teria de lhe emprestar o impermeável e ainda teria de implorar mil desculpas... O homem apareceu muito rabugento implicando com tudo e mostrando que também há homens com o período menstrual.
Igualmente chatinho mas muito mais bem disposto o Rocha que teimou em saltar em todas as poças de água que encontrou pelo caminho para nos ajudar a lavar as nossas montadas.
Na súbida do Sarge os street racers ajudaram a uma série do Dario, roubando-lhe a classificação da montanha... Apenas eu e o estreante Pedro nos mantivémos impávidos e serenos com todos os outro, de uma forma ou outra, a quebrarem o acordo e a aumentarem andamento ou a sprintarem. Belas encomendas!
No regresso a Torres um pequeno dilúvio. Felizmente para mim já para lá da fronteira estabelecida como limite para ser vexado pelo Aldeano.
Paragem obrigatória. No reatamento sugiro o percurso pela Picanceira visto que o céu estava muita mais limpo junto à costa com o Aldeano a mandar-me "aquele olhar". Não se fala mais nisso e se chover tanto melhor - respondi eu!
Passa-se Catefica e pouco depois largam-nos o Xico e o Dario. Depois apareceu a chuva... muita! Lindo! Semblante carregado em quase todos comigo e com o Marco a metermos andamento para não se arrefecer em demasia. Assim que apareceu o cruzamento para o Sobral o Marco desapareceu. No Gradil serenam as núvens e segue o Rocha ainda aos saltos nas pocinhas de água (Raios partam os putos!).
A subir para a Murgeira um furo na minha roda dianteira. Com um sol radiante pelas costas lá tive de mudar a câmara-de-ar. Apareceu em meu auxilio o Aldeano. Mostrou-me o procedimento 100% correcto e aproveitou para me martelar o cérebro.
- "Mas para quê tantos desmontas?"
- "Dá um pouco de ar para isso entrar melhor"
- "Tens o pneu a morder a câmara-de-ar"
- "Dá cá isso pá!"
- "Enche!"
- "Já deste duas bombadas a mais! Vai para casa ou estás a começar a volta?"
...
Assim que continuamos o Sérgio, que não pode ver nada, fura também! Felizmente conseguiu chegar a casa e poupou-se a mais um sermão do reformado...
Até Mafra 90 km para uma média de 26 km/h com pulso bem baixinho.
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Calendário
Caros amigos,Chegamos, finalmente, ao fim de um ciclo. O grupo estabeleceu-se e de uma forma ou outra criaram-se laços de amizade que nos permitem algo mais do que apenas andar de bicicleta.
Estamos a entrar numa fase em que ponderamos a aquisição de fatiotas e de igual modo torna-se necessário a marcação de um calendário com eventos a realizarmos.
A minha opinião é a de que não devemos encher os fins-de-semana todos com voltas marcadas. Antes será muito mais profícuo definir uma série de etapas onde devemos estar presentes e algumas nossas onde se estenda o convite a outros grupos para deste modo enriquecermos o nosso panorama ciclodesportivo. Nos restantes fins-de-semana continuamos com a fórmula usual, ou seja, marcamos durante a semana o percurso a realizar.
Ainda nesta linha de raciocínio informo que a etapa rainha, que em minha opinião será a clássica da Serra da Estrela, vai ser antecipada relativamente à data deste ano. Comecei a abordar esta questão com o Ricardo e anuimos que é muito mais produtiva se for realizada entre Maio e Junho visto que após as férias os momentos de forma chegam sempre algo complicados.
Falando ainda nos Pinas considero que uma presença na Clássica de Évora é também imperativa.
Os Duros do Pedal fazem um Tróia-Sagres primaveril e seria também uma etapa diferente.
Do Aldeano surgiu a "Saloios com dureza" e com alguns retoques poderá ser a nossa clássica fétiche com uma dureza similar ou até superior à da incursão serrana.
Da minha parte pretendo encaixar a Mafra-Fátima-Mafra no meio disto tudo. Sei que é uma etapa com cerca de 300 km e que à partida terá fraca adesão mas quem a fez sabe bem que é uma prova de superação fabulosa. Considero ainda que uma incursão múltipla a Montejunto, como preparação para uma das clássicas montanhosas deverá ser também tida em conta.
Lanço-vos o desafio de arranjarem uma etapa ou duas, definindo mais ou menos um percurso, mesmo que seja no papel que o resto arranja-se posteriormente, para tentarmos agradar, na medida do possível, a gregos e troianos.
Sugiro que todos me enviem o vosso e-mail, aqueles que ainda não o fizeram, que é para criar uma lista de contactos. Assim todas as sugestões ou opiniões que não queremos tornar ainda públicos circulam entre nós e só quando estiver tudo arranjado é que se manda cá para fora.
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